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Inovações descobertas e aperfeiçoadas para melhorar a vida da população mundial: |
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Reduzir Normal Aumentar Imprimir A ciência atual caminha vertiginosamente para o futuro. Hoje, ela permite viagens interplanetárias, alterar características fundamentais de alimentos e até de seres humanos com a bioengenharia, e que pesquisadores ressuscitem animais extintos com o progresso da clonagem. No entanto, a ciência ainda não obteve vitórias satisfatórias sobre questões importantes como as alterações climáticas, a fome e as doenças. Em um planeta que abriga cada vez mais pessoas e os recursos naturais encolhem, gerando conflitos políticos, o site científico Live Science listou 10 importantes pesquisas em andamento que os cientistas esperam que resultem em um futuro melhor para a humanidade: 10 - Ler a mente Máquinas da verdade que realizam leituras da mente ainda permanecem no reino da ficção científica. Já os detectores de mentira ainda dependem de pistas indiretas para serem eficientes. Ainda assim, as varreduras cerebrais feitas por neurocientistas têm permitido prever o que as pessoas farão durante determinadas tarefas específicas, além de identificar quando o indivíduo cometerá um erro com até meio minuto de antecipação. Outra técnica utilizada é a de feixes de luz infravermelha, que descobrem as preferências do investigado com base na atividade cerebral. Este método ainda está sendo estudado pelos cientistas e debatido por juristas devido às questões de privacidade. 9 - Ao redor do mundo em 90 minutos Phileas Fogg (personagem fictício do romance 'A volta ao mundo em oitenta dias', de Júlio Verne) levou 80 dias para dar uma volta ao redor do planeta, mas outros viajantes ainda poderão fazer a mesma jornada em menos de uma hora. As forças aéreas de Estados Unidos e Brasil estão criando um conceito de propulsão a laser para utilizar em veículos capazes de transportar passageiros ou carga pela Terra. Aviões espaciais com capacidade para decolar e pousar como aeronaves regulares estão em fase de desenvolvimento no Reino Unido e nos EUA - algumas já poderiam ser colocadas em atividade nos próximos anos. 8 - Membros artificiais perfeitos Veteranos de guerra e outros usuários poderão em breve controlar mãos, braços e pernas tão facilmente quanto os membros naturais. As próteses mais avançadas tendem a utilizar microprocessadores inteligentes, agindo como um cérebro minúsculo e prevendo como o usuário vai andar ou mover um braço. Ambos os macacos e seres humanos já utilizam sinais cerebrais para controlar braços robóticos e aplicações digitais, o que abre caminho para novas interfaces do cérebro com membros artificiais, e dando ao usuário completo controle. 7 - Realidade aumentada Tente imaginar uma interface que aumenta o mundo físico ao nosso redor com informação digital e permite utilizar gestos naturais para interagir com essa informação. É exatamente isso o que faz a tecnologia chamada SixthSense, que já possui um protótipo do qual um vídeo da web é projetado sobre um jornal. A ideia dos cientistas é que um dia as pessoas olhem para qualquer objeto, inclusive a rua, e obtenha informações sobre eles em realidade aumentada. 6 - Regenerar o corpo Ninguém tem poderes regenerativos ainda, mas os pacientes podem esperar uma crescente variedade de terapias de reparação ou substituição total de órgãos do corpo humano. Em 2006, uma equipe britânica desenvolveu o primeiro fígado artificial do mundo a partir de células-tronco retiradas do cordão umbilical. Além disso, um estudo australiano conseguiu restaurar a visão de um paciente com a ajuda de células-tronco adultas. O futuro da regeneração pode chegar em breve, avaliam os investigadores. 5 - Alimento para o mundo Resolver a fome no mundo representa uma tarefa extremamente difícil, tendo em vista que a situação política e econômica de cada região gera complicações próprias. No entanto, os cientistas passaram a proteger as colheitas mais importantes que alimentam o mundo. Os investigadores continuam desenvolvendo variedades de trigo, milho e arroz com maiores rendimentos e mais resistentes às mudanças de temperatura, condições de seca e até mesmo os insetos. As novas tecnologias de informação podem manter atualizados os agricultores sobre o estado de suas culturas e práticas agrícolas que preservem a longo prazo o solo rico em nutrientes. Se todas as tentativas dos pesquisadores falharem, eles ainda têm milhares de sementes armazenadas em um cofre para garantir o futuro dos alimentos no caso de uma catástrofe global. 4 - Plástico biodegradável Um dos principais objetivos das novas tecnologias é transformar todo o lixo da Terra em material reutilizável. Penas de galinha e outros dejetos agrícolas podem se tornar plástico no futuro. Restos de comida, esgoto e outros resíduos, já começaram a servir de combustível para algumas indústrias. Alcançar 100% de sustentabilidade ainda pode parecer assustador, mas os esforços se somam. Em Nova York, Seattle e Londres, os pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) aplicaram um projeto para reavaliar os custos e níveis de produção de lixo, além de conscientizar a população a lidar corretamente com o lixo. 3 - Controle climático global Tentar parar a Mãe Natureza de mandar chuva durante os Jogos Olímpicos, como ocorreu na última edição das Olimpíadas em Pequim, é uma meta perseguida cansativamente pelos cientistas. Planos de geoengenharia se tornaram temas muito debatidos da Academia Nacional de Ciências, da Sociedade Meteorológica Americana e do conselheiro científico da Casa Branca. Entre as ideias, estão depositar partículas reflexivas na atmosfera para desviar raios solares e esfriar o planeta, ou então semear oceanos com ferro para que o carbono devore as algas. Até mesmo o bilionário Bill Gates se juntou a uma pesquisa que tenta diminuir ou acabar com a incidência de furacões - uma frota de navios agitaria o oceano para resfriar a água de superfície quente que abastece tais tempestades. As tecnologias de controle do clima estão quase se tornando realidade. 2 - Poder solar nas mãos A fusão nuclear tem mantido o Sol brilhando por bilhões de anos. Agora, os cientistas querem recriar o poder da principal estrela do Sistema Solar na própria Terra para, finalmente, terem domínio sobre a energia de fusão. Um laser gigante, construído na National Ignition Facility, poderia ajudar nesse avanço, concentrando o seu poder sobre uma bolinha minúscula de combustível de hidrogênio e, consecutivamente, liberando mais energia do que os lasers requerem. 1 - Cérebro humano artificial Grande parte do cérebro humano continua sendo um mistério embutido em bilhões de neurônios. Pesquisadores responsáveis pelo projeto Blue Brain anunciaram seus planos de criar um cérebro humano artificial na próxima década. Eles já modelaram parte do cérebro de um rato artificial, com a ajuda do supercomputador IBM Blue Gene, e constataram que células cerebrais deram indícios de uma auto-organização sem intervenção humana. O sucesso dessa tecnologia poderia levar a um modelo para testes biomédicos, bem como uma melhor compreensão da consciência do ser humano. No entanto, os cientistas alertam que esse avanço não se trata de inteligência artificial - isso ainda está longe de acontecer. |
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Relatório realizado entre ano 2000 a 2007 revela diminuição de absorção de CO2 pelos oceanos |
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Reduzir Normal Aumentar Imprimir A capacidade dos mares de absorver dióxido de carbono (CO2) está se esgotando, como mais uma prova das excessivas emissões do gás estufa proveniente das atividades do homem, advertiu um estudo divulgado esta semana pela National Geographic Society. O relatório indicou que entre 2000 e 2007, com o aumento das emissões de CO2, a absorção pelos oceanos do carbono produzido pela atividade industrial caiu entre 27% e 24%. "Trata-se de uma queda bastante grande e a tendência é bastante clara", disse Samar Khatiwala, oceanógrafo do observatório Lamont-Doherty, da Universidade de Colúmbia. A absorção do CO2 pelos oceanos não consegue mais igualar a quantidade de carbono que está sendo produzida pelo homem, acrescentou. O cientista esclareceu que isso não significa que tenha ocorrido uma redução da absorção de CO2 pelos oceanos, mas que não está aumentando no mesmo ritmo de antes. E se os oceanos continuarem se saturando, maior será a quantidade de gás mantida em uma atmosfera onde já é registrado um aumento de sua temperatura, disse. Segundo Chris Sabine, oceanógrafo do Laboratório Ambiental Marinho do Pacífico, em última instância, são os oceanos que controlam o que acontece no planeta em termos meteorológicos. "É um grande problema se (os oceanos) se tornaram menos eficientes na absorção de CO2", acrescentou. Os mares atuam como gigantescos receptáculos de CO2, já que o gás se dissolve na água salgada. No momento, os oceanos do mundo abrigam 2,3 bilhões de toneladas de carbono, o que equivale ao produzido durante seis anos de consumo de gasolina nos Estados Unidos, segundo o cientista. Em seu estudo, os pesquisadores analisaram dados de temperatura e salinidade de água do mar colhidos entre 1765 e 2008. Também verificaram a existência de poluentes, como clorofluorocarbonos, que são "marcadores" que permitem determinar o tempo que demoram a chegar da superfície ao fundo do mar. Sobre modelos criados com esses dados, os pesquisadores determinaram que quando o CO2 proveniente da atividade industrial registrou um brusco aumento na década de 1950, os oceanos receberam uma maior quantidade do gás. No entanto, os níveis de absorção caíram nos últimos anos por razões desconhecidas, segundo o estudo. Seus autores sugerem que é possível que a redução se deva a um aumento da acidez marinha, o que diminui a captação do CO2. Além disso, o gás não se dissolve com tanta facilidade em águas temperadas, o que explica o fato de que cerca de 40% do CO2 tenha sido captado pelas frias águas da Antártida, segundo um estudo que será publicado pela revista Nature nesta semana. Sabine disse que o estudo não leva em conta os processos biológicos que ocorrem no mar e citou o caso dos fitoplânctons, que captam CO2 por fotossínteses. Quando esse fitoplâncton morre, seus restos são depositados no fundo do mar e se decompõem em um processo que apanha o carbono nas profundezas. Segundo Timothy Hall, cientista do Instituto de Estudos Espaciais da Nasa (agência espacial americana), até agora se presumia que esse processo não tinha mudado devido ao aquecimento global. No entanto, advertiu que existe a possibilidade de geração de uma cadeia de efeitos que poderiam alterar o ciclo natural, com o aumento da temperatura das águas. O cientista explicou que a circulação marinha tem sua origem nas diferenças de temperatura de água e nas quais as mais frias e densas vão para o fundo e as mais mornas e ricas em nutrientes afloram à superfície. Esse processo não vem ocorrendo normalmente nos últimos anos e é possível que se deva a um aquecimento das águas superficiais, segundo os cientistas. |
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Saúde ambiental Coincidentemente, a Secretaria Municipal de Saúde/Semsa promoveu em 9/10, no salão do Pontenovense FC, a 1ª Conferência Municipal de Saúde Ambiental, mas com ênfase para o Programa Ambientação, que tem, entre outras premissas, a promoção e ampliação da consciência sanitária e uma agenda voltada para a sustentabilidade socioambiental. "Desenvolvimento e sustentabilidade socioambiental no campo, na cidade e na floresta" foi o tema do presidente do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente, Ricardo Motta; o tema "Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumo nos territórios" motivou palestra do geógrafo, analista ambiental e membro da Ong Ambiente Brasil Thales Rodrigo Pinto; já Marcelo Henrique de Melo, professor da Universidade Federal de Viçosa, falou sobre "Democracia, saúde, ambiente e educação: políticas para construção de territórios sustentáveis". No evento, coordenado pelo dirigente da Semsa, Tatau Dias, houve ainda palestra sobre Vigilância Ambiental, a cargo de Graziele Dias, médica veterinária e técnica em Vigilância Sanitária da Gerência Regional de Saúde. Fonte: Folha de Ponte Nova |
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O governo brasileiro irá definir no dia 14 de novembro a meta para redução de CO2 no Brasil, que será apresentada na 15ª das Partes sobre Clima (COP 15) que acontece em Copenhague, na Dinamarca. De acordo com a Ministra-Chefe da Casa Civil Dilma Russef o Brasil irá apresentar um número que ficará próximo a 40% até 2020. “Só faremos o que é possível fazer, mas não acredito que estejamos muito longe desses 40%", disse Dilma. Este número foi apresentado pelo Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, o Presidente do fórum, Luiz Pinguelli Rosa, afirmou que o Brasil deve ter uma postura política forte durante a conferência, como a que o Brasil tomou em Honduras, para defender o presidente deposto Manuel Zelaya. "Precisamos marcar nossa posição política de maneira convincente. Temos de nos esforçar para chegarmos ao máximo que for possível", disse. Segundo Dilma, esse número que pretende ser apresentado é voluntário, já que o Brasil é um país em desenvolvimento. "Quem precisa ter metas e nós vamos cobrar são os países desenvolvidos. Queremos dar a nossa contribuição, mas não temos um compromisso assegurado", afirmou. "Temos 20% garantidos com a meta de reduzir até 2020 o desmatamento em 80%. Agora estamos negociando os 20% restantes. A idéia é que o número não afete o crescimento previsto para o Brasil nos próximos anos", afirmou a ministra. Além de Dilma e Pinguelli, participaram da reunião o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, o secretário geral da presidência da República, Luiz Dulci, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, entre outros. |
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Conferência de Saúde Ambiental |
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Na véspera da Conferência de Saúde Ambiental, cobrança de fiscalização nos açougues/PN Brevemente a Vigilância Sanitária Municipal/Visa divulgará medidas para reforço da fiscalização dos açougues quanto à procedência das carnes (suína e bovina). A informação foi dada a esta FOLHA em 13/10 pela farmacêutica da Visa, Melina Linhares Martino, ao saber que na sessão de 8/10 da Câmara/PN Aninha Ferreira/PV solicitou tais informações a partir de depoimento do cidadão Marcus Messias no plenário do Legislativo. Messias lamentou a demora na implantação do Matadouro Municipal, prometido nas gestões dos 2 últimos prefeitos (Zezé Abdalla/PSDB e Taquinho Linhares/PSB. "A realidade dos açougues constitui crime, e, de acordo com o Ministério Público, ocorrem infrações de sonegação fiscal, ambiental e contra a economia popular", arrematou ele. Fonte: Folha de Ponte Nova |
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Casa dos Prefeitos tem duas agendas: curso e seminário |
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Casa dos Prefeitos tem duas agendas: curso e seminário A Casa dos Prefeitos, da Universidade Federal de Viçosa/UFV, anuncia 2 agendas para dirigentes e assessores, municipais da região. Neste 20/10, na UFV, o curso Parcelamento Imobiliário e Suas Implicações no Aumento de Receitas do Município terá como instrutor o professor Élcio Cruz, do Departamento de Direito daquela universidade. Na pauta: ordenamento do solo rural e urbano; questões relacionadas à função social das propriedades rurais e urbanas e o ordenamento dessas propriedades em consonância com as leis ambientais; desapropriação e loteamentos, desmembramentos e fração mínima de parcelamento; Estatuto das Cidades; plano diretor; e arrecadação tributária imobiliária. Já estão abertas as inscrições gratuitas para o II Seminário de Desenvolvimento Municipal, entre 15 e 17/11, na UFV, com objetivo de potencializar ações estratégicas conjuntas com a UFV nas áreas de saneamento básico, educação municipal, agricultura familiar e meio ambiente, entre outras. Mais informações pelo email:
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ou pelo telefone (31) 3899-3222 |
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Você tem AGORA a oportunidade de contribuir com o meio ambiente. COMO????? Simplesmente aderindo ao DDA, ou seja, recebimento eletrônico de boletos de cobrança. Anualmente são emitidos milhões de boletos de cobrança impressos em papel, em prejuízo ao meio ambiente, através do corte de árvores, consumo de água e energia elétrica, e muita poluição. Para que você possa ter idéia do que isso representa, apresentamos algumas conquistas que teremos com a adesão ao DDA: | Ano | % DDA | Qtde. Árvores poupadas | Litros d'água economizados | Kw/hora | Kg de co2 | | 2010 | 35% | 14.434 | 26.243.746 | 1.312.187 | 80.789 | | 2011 | 45% | 21.384 | 38.880.859 | 1.944.043 | 119.691 | | 2012 | 55% | 30.117 | 54.758.506 | 2.737.925 | 168.569 | | 2013 | 65% | 41.014 | 74.570.632 | 3.728.532 | 229.558 | | 2014 | 75% | 54.531 | 99.147.391 | 4.957.370 | 305.216 | | | | 161.481 | 293.601.135 | 14.680.057 | 903.823 | 1.312.187 Kw/hora equivalem ao abastecimento de uma cidade de 7.800 habitantes, por um ano 80.789 Kg de CO2 equivalem a poluição de 1000 carros se deslocando de SP ao RJ Nós, funcionários do Banco do Brasil, agradecemos sua consciência ambiental, em nome de toda população global. Mais informações, ligue para seu gerente de relacionamento. |
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Biodigestor Caseiro Limpo - Prático - Eficiente Biodigestor Caseiro é um equipamento que transforma o lixo orgânico doméstico em excelente adubo para plantas que o próprio morador da casa irá utilizar em seus vasos e ou jardim. Se a população começar a utilizá-lo em escala, resolverá o problema dos lixões nas cidades. Sua utilização e manuseio são muito simples, não dá trabalho, é muito barato e durável. É feito de material descartado em sua maioria. Seu idealizador, o professor e pesquisador Antonio de Sant´Ana Galvão estudou e observou seu funcionamento durante seis anos ficando surpreso com os excelentes resultados obtidos. Conhecendo nosso modelo e os princípios da biodigestão explicitados nesse manual você poderá até inventar e constuir o seu próprio biodigestor. Antonio de Sant´Ana Galvão Projeto Biodigestor Caseiro Limpo – Prático – Eficiente Autor : Antonio de Sant’ Ana Galvão Objetivo Geral Divulgar amplamente e explicitar uma proposta de tratamento do lixo orgânico doméstico nos próprios domicílios, empresas, praças e logradouros públicos, usando um biodigestor caseiro muito limpo, prático, eficiente e barato. Objetivos específicos - Diminuir significativamente o volume de lixo orgânico enviado aos aterros sanitários e incentivar a coleta seletiva para reciclagem. - Melhorar a saúde pública extinguindo lixões e tornando viáveis aterros sanitários bem menores e de manejo fácil. - Incentivar o conhecimento e valorização da agricultura orgânica a partir de canteiros e jardinagem doméstica. - Conscientizar pela prática os cidadãos de que poluição e problemas sociais só são resolvidos com a atuação direta e efetiva de cada um de nós, interagindo com setores da sociedade em dinâmica colaboração. - Despertar o interesse e mostrar a possibilidade de reurbanização das cidades em bases mais limpas, bonitas e funcionais, influenciando positivamente a qualidade de vida do cidadão, seu bem-estar e, conseqüentemente, diminuindo a violência urbana. Mostrar que a cidade é uma extensão da própria casa. Desenvolvimento do projeto Como o principal objetivo do projeto é divulgar e educar para uma nova maneira de tratar o lixo em geral e o orgânico em particular, ele deve ser desenvolvido em escolas, indústrias e logradouros públicos que tenham amplo acesso e movimento de pessoas. Esperamos que esse contato direto e cotidiano com o Biodigestor contribua para tornar o seu uso uma prática corrente e disseminada ao máximo. Cabe ressaltar que nosso Biodigestor Caseiro transforma o lixo orgânico doméstico em excelente adubo orgânico, reduzindo seu volume em pelo menos 10 vezes, ou seja, deixamos de enviar ao lixão 2000 litros de lixo enquanto obtemos 200 litros de ótimo adubo orgânico sem nenhum trabalho adicional. O primeiro passo é a realização de uma palestra orientando os participantes sobre as características do Biodigestor Caseiro, o processo de biodigestão, como usá-lo, manejá-lo e identificar o composto pronto. Ao final da palestra o Biodigestor Caseiro será abastecido com lixo orgânico pela primeira vez na presença de todos, com adição de 2 kg de húmus de minhoca sobre o lixo orgânico depositado. O húmus contém ovos de minhoca e assim iniciaremos uma criação dentro do Biodigestor Caseiro para aumentar a qualidade do composto obtido, entre outros benefícios significativos. Após seis meses depositando o lixo orgânico continuamente, faremos a primeira coleta do composto. A partir desse momento a coleta será feita com a periodicidade desejada. O uso em plantas locais pode ser acompanhado para comprovar a qualidade do produto obtido. Toda criatividade será muito bem vinda e enriquecerá o projeto. A duração do projeto está prevista pelo período de um ano e terá assessoria técnica quando necessário. O desejável é que ele se prolongue indefinidamente como prática cotidiana e se difunda nos domicílios brasileiros. O Biodigestor Caseiro tem durabilidade comprovada e garantida de cinco anos, embora já tenhamos um exemplar em bom estado com mais de sete anos. Ele é confeccionado em sua maioria com material descartado industrialmente, embora de qualidade, e complementado com materiais de alta durabilidade. Nas escolas sugerimos duas palestras. A primeira dirigida aos professores, coordenação e direção, pois serão eles os orientadores e acompanhantes do projeto na escola. A segunda palestra seria dada aos alunos e comunidade em geral. O Biodigestor Caseiro será continuamente observado pelos alunos, fazendo parte de seu cotidiano. Fica a critério dos professores utilizá-lo também como um elemento do ambiente motivador para tratar certos conteúdos programáticos como, por exemplo, frações e decimais, em Matemática, ou vermes, em Ciências. Auspiciosamente muitas reflexões e ações sobre cidadania podem ser discutidas e amadurecidas. Público alvo População em geral. Embora existam detalhes técnicos e sejam explanados, os processos de decomposição e manejo são muito simples e de fácil compreensão. O lixo é um elemento do nosso cotidiano que preocupa e incomoda. Mostrar uma maneira inteligente de tratá-lo e transformá-lo em adubo orgânico de bom aspecto, cheiro agradável, sem insetos e bichos, é motivador a pessoas de todas as idades e níveis educacionais. Sobre o palestrante Licenciado em Física pela UFSCar Especializado em Neurofisiologia do Sistema Nervoso Central pelo Instituto de Biofísica da UFRJ. Especializado em Educação Matemática pela UNESP – Rio Claro Mestrando em Tecnologia Nuclear pelo IPEN – USP Estudioso e pesquisador de sistemas auto-sustentáveis desde 1986 Professor de Ensino Médio desde 1981 Palestrante desde 2002 Custo - Biodigestor Caseiro R$ 180,00 - Palestra aos organizadores: R$ 300,00 - Palestra à comunidade : R$ 450,00 |
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