Menu Esquerda
Pesquisar
Pesquise mais
| Fruticultura, sem a presença de moscas-das-frutas |
| Uso sustentável das matas secas será debatido em MG |
| Antropos ou Antropoma: a biosfera que criamos |
| Equador quer que países ricos paguem "dívida ecológica" |
Oficinas Escola
Notícias mais lidas
- Biodigestor Caseiro
- A Cultura da Bucha Vegetal
- A bucha e o hábito da bucha
- Parceiria com a Agevale
- DIAGNÓSTICO DA PRODUÇÃO DE BUCHA VEGETAL EM BONFIM- MG
- DDA Banco do Brasil
- Saiba mais sobre o Projeto
- Crescimento, produção e acúmulo de nutrientes em Luffa cylindrica. I
- Vantagens da Bucha Vegetal
- Projeto Ambientação
Enquete:
.com.br
Nossos Selos
Conheça nossos selos:

Clique nos links abaixo para visualizar os selos
Usuários Online
Nós temos 2 visitantes online
|
|
|
PROJETO A BUCHA VEGETAL BRASILEIRA
Uma História na busca da conquista de Parceiros...
... seria ESTA uma nova pregação, peregrinação a favor de mudarmos o MUNDO ?... (...vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo...) com inteligência, lógica, tradição-inovação, ciência, amor, determinação, vontade, porque ARTE no ato do FAZER!
Assim, uma "idéia na bucha!" partiu como "num rabo de foguete", em maio de 2001 na IIª Feira AGEVALE, numa Ponte Nova para o MUNDO.
Na busca de conseguir sua concretude como uma escultura de Rodin/HOMEM, pensando: MUDAR O MUNDO. Com estratégia, com parceiros. Pelo convencimento, para a construção do SÍMBOLO, da MITOLOGIA, da CULTURA, do também o nosso POVO, na contribuição da BABEL, para um MUNDO cada vez mais... MELHOR na bucha!
Oque é?
PROJETO A BUCHA VEGETAL BRASILEIRA
O PROJETO A BUCHA VEGETAL BRASILEIRA foi lançado na IIª Feira AGEVALE, em maio de 2001, na cidade de Ponte Nova-MG, inicialmente numa parceria da Agência de Desenvolvimento do Vale do Rio Piranga com a empresa Sirius Ltda., contando na época com o apoio do Programa de Cooperação Brasil-Alemanha Pró-Renda Rural, da EMATER-MG. Em um Mundo cada vez mais regido pela Comunicação é um projeto-de-comunicação para a formação de consciência social, ambiental, que tem como alicerce ser um modelo replicável de empreendedorismo associativo, levando uma nova opção de renda para a agricultura familiar e/ou, urbana, ao mesmo tempo abrindo um novo mercado/produto de varejo (a bucha vegetal para a limpeza em geral – que limpa e não polui! gerando trabalho no campo). Sua idéia central surgiu a partir da criação do “Mapa de Corte” e conseqüente desenvolvimento pela Sirius da “Tecnologia de Corte e Bruquiagem da Bucha de Metro” (a Luffa Cylindrica mais cultivada para a comercialização). Este “corte” permite a confecção de 9 produtos, originais, distintos, sendo 5 modelos para a Linha de Higiene e Massagem Corporal e, principalmente, 4 para a Linha de Limpeza em Geral: estes são modelos de esponjas de bucha vegetal, para uso doméstico e industrial, comprovadamente aptas (pela durabilidade = economia / pela salubridade, do indivíduo e do Planeta / e pela eficiência = limpam sem arranhar) para competir no mercado de produtos de limpeza, dominado hoje pelas esponjas sintéticas dupla-face e lãs de aço industrializadas, que causam malefícios para a saúde, para o meio ambiente, produzindo concentração de renda e pouco trabalho. Desta forma o PROJETO fomenta a mudança de hábito de consumo, resgatando do inconsciente coletivo cultural dos nossos costumes, o uso da bucha natural – que limpa e não polui – por meio da Campanha da Substituição do Sintético pelo Biodegradável na bucha! (www.nabucha.net) Para viabilizar este objetivo maior, busca-se as condições para uma produção em larga escala, formando parcerias com Associações de Produtores Agrícolas, mais, governos, instituições e corporações, que além de colaborarem para a implantação nas primeiras, das lavouras e das Oficinas-Escola BuchaSirius, são também “trabalhadas” pelas ações do mesmo PROJETO, para se comprometerem com a Substituição a favor desta prática de um consumo-sócio-ambiental-consciente. As Oficinas-Escola, compostas de mobiliário e ferramental apropriados (pintados com comunicação visual) e duas máquinas de costura (uma reta, outra overlock), são pequenas confecções e estão idealizadas como linhas de montagem artesanal-industrial para a produção em série dos modelos mencionados, e outros, e ocupam equipes entre 7 a 12 pessoas, podendo ser expandidas facilmente. Estas equipes estão sendo capacitadas por meio de treinamentos para a transferência das tenologias desenvolvidas pela Sirius, da lavoura à transformação da bucha vegetal em produtos acabados, embalados, prontos para o mercado. Assim, fomentamos a criação das logomarcas de cada uma das Associações e cuidamos de proporcionar-lhes gestão para o seu emprendimento, garantindo a liberdade para seguirem seu próprio caminho. No entanto, a proposta parceira-estratégica da empresa de reunir as unidades produtoras, tipo, a união faz a força, objetiva trabalhar com volume para consolidar no mercado amplo, a marca/modelos BuchaSirius, em parcerias com as marcas produtoras, com padrão e controle de qualidade dos produtos oriundos de cada uma. Cabendo à Sirius Ltda. proporcionar às Oficinas, logística para a sua manutenção técnica e constante aprimoramento dos processos produtivos, eficiência na compra conjunta para o fornecimento dos insumos, e finalmente, cuidar do recolhimento e distribuição da produção em um mercado amplo, nacional e de exportação. Enquanto as próprias Oficinas abastecem o mercado do seu entorno, incluindo os clientes diretos, como as Prefeituras, instituições e corporações parceiras locais. Até o momomento o PROJETO tem parcerias consolidadas com as Prefeituras de Ouro Preto, Mariana, Ponte Nova e Abre Campo, respectivamente com as seguintes Associações/Instiuições: C.A.S.A/SSVP, de Amarantina-OP; Associação de Hortifrutigranjeiros de Monsenhor Horta-Mariana; CETERVIDAS-PN; Associação de Mulheres de Areia Branca e Santa Luzia, e Associação São Judas Tadeu, ambas em Abre Campo. A montagem destas unidades produtoras de bucha vegetal e transformadora das colheitas nos Produtos BuchaSirius conta com o patrocínio da SAMARCO Mineração S/A, iniciada em 2007, quando da introdução desta nova opção agrícola até então desconhecida naquelas Comunidades e prosseguiu em 2008 com a instalação de três Oficinas-Escola, e neste 2009 mais uma será entregue a Associação de São Judas Tadeu. Para além destas ações pontuais, o PROJETO A BUCHA VEGETAL BRASILEIRA foi contemplado nos Editais da SAMARCO para apoio a projetos sociais sutentáveis, dentro de sua leitura ampla com ações para mudança e hábitos de consumo e consequente abertura de novos mercados. Neste sentido realizamos em 2005 o I Festival de Meio Ambiente do Vale do Piranga, com a marca “Ambiental na bucha!”, ação que colaborou para a aprovação pela Câmara Municipal de Ponte Nova da Lei n. 2.833, garantindo o consumo das esponjas de bucha vegetal para limpeza pelos órgãos municipais desde então. Neste ano de 2009 cuidamos de reeditar o Seminário agora com a inclusão da Zona Metalúrgica, e trabalhamos para expandir a “Lei da Bucha” para Abre Campo, Mariana e Ouro Preto. Com apoio do Consórcio Candonga/Hidrelétrica Risoleta Neves (formado pelaVale e Novelis) e executado pela FUNARB/UFV, um estudo acaba de constatar a sustentabilidade do empreendimento; foi realizado visando promover a Oficina-Escola BuchaSirius São Sebastião do Soberbo, inclusive no intuito de fomentar a criação de uma Associação local. Ainda, para acompanhamento técnico das culturas, o PROJETO mantém parcerias com a EMATER-MG e as Secretarias de Agricultura nos municípios onde vai sendo implantado. Na busca de financiamento/gestão dos empreendimentos o PROJETO vem construindo uma parceria com o Programa DRS/Desenvolvimento Regional Sustentável do Banco do Brasil. Esta parceria caminha de forma pro-ativa com a Agência de Abre Campo-MG, pelas mãos do Gerente Evandro Barbosa, e com o objetivo de estabelecer DRS-integrados com as outras agências base onde o PROJETO criar núcleos de produção. Cabe ressaltar que o plantio da bucha vegetal pode ser feito com mediano investimento e em áreas reduzidas e com retorno rápido. Um (1) hectare produz cerca de 1200 dúzias de buchas por safra (sete meses), o que, ao preço médio de mercado de R$ 15,00 a dúzia, resulta em receita bruta de R$ 18.000,00. Já a sua manipulação para agregação de valor, pode ser facilmente ensinada e assimilada – através da “Tecnologia de Corte e Bruquiagem da Bucha de Metro”– sendo este processo capaz de agregar valor à commodity bucha, na seguinte proporção: cada unidade resulta, em média, em 4,2 produtos; ou seja: 1 hectare = 1.200 dúzias X 12 = 14.400 buchas X 4.2 = 60.480 produtos. Cada produto irá proporcionar ao produtor em média R $ 0.70 – incluídos aí, a bucha e o trabalho de transformação, incluindo despesas com fio overlock e energia elétrica. Donde se conclui que o seu faturamento bruto com a cultura de um (1) ha, mais o processamento de toda essa bucha, tem potencial para chegar a: 60.480 produtos X R$ 0,70 = R$ 42.336,00 Afora os produtos acima mencionados, com maior potencial para colocação no mercado amplo, para banho e limpeza em geral, outras peças e processos produtivos artesanais/industriais similares estão sendo desenvolvidos para novos produtos confeccionados com a fibra da bucha. Estes produtos são: bolsas, botas, palmilhas, bonés, coletes, cintos, chinelos; tapetes; descansos de mesa; painéis artísticos e decorativos; abajures; bonecas. E buscando despertar o interesse em pesquisas para novas aplicações das matérias-primas – da bem como das sementes–, no intuito de valorizar economicamente esta opção agrícola com grande potencial de inclusão social no campo, o vem promovendo parcerias com a Universidade Federal de Viçosa (;);; e o Intituto de Tecnologia e Pesquisa da Universidade Tiradentes em Aracajú-SE (Prof. Lauro Xavier Filho). Além disso, existem perspectivas de novos usos, tanto para a fibra, como para a mucilagem a ela agregada, como para as sementes da bucha produzidas em abundância. Podemos citar pesquisas sendo desenvolvidas a partir de interesses despertados por ações do PROJETO, junto à UFV: no Dep. de Biologia Vegetal – Prof. Cláudio Coelho de Paula: compactação da fibra para a substituição do xaxim no cultivo de bromélias e orquídeas; no Departamento de Alimentos (Laboratório de Corantes Naturais): capacidade de absorção/retenção de corantes naturais; e no Dep. de Fitotecnia – Prof. Ricardo Santos e a Pesquisadora Rosileyde Gonçalves Siqueira: aprimoram os conhecimentes científicos, quase inexistentes, relacionados ao cultivo da luffa cylindrica. Ainda, fornecendo matéria-prima, mantemos contatos com pesquisadores: na EMBRAPA Hortaliças-Br, o Prof. José Flávio Lopes; no UNIT-Instituto de Tecnologia e Pesquisa da Universidade Tiradentes em Aracaju-SE, o Prof. Lauro Xavier Filho desenvolve pesquisas identificando a atividade antimicrobiana e a atividade anti-cancerígena do óleo que se extrai das sementes da bucha, óleo este, que é também altamente combustível. E a torta resultante de sua prensagem tem elevado teor protéico. Finalmente, temos notícia da utilização da fibra da bucha para o enchimento de bancos de veículos especiais (pela segurança garantida por sua baixa combustão); e de pesquisas na UFMG e na SABESP sobre a sua utilização para filtragem em estações de tratamento de efluentes. E como desde o início, seguimos… e seguimos em frente que atraz vem gente na busca de identificar novos parceiros, através dos enormes interesses, ambientais, sociais, culturais, econômicos, que permeiam as fantásticas rendas desta fibra nobre, a Bucha Vegetal, a que um dia iremos fazer Brasileira, para o Mundo! … na bucha! |





